Lidar com a perda daqueles que mais amamos é muito dificil para todos nós. Este fim de semana de Páscoa eu também perdi alguém que amava muito, que partilhou comigo toda a minha vida, até aqui. Tal como todos os humanos primeiro vem a negação interna para não sofrer, depois a resignação até chegar aos poucos à aceitação de que ninguém vive para sempre, a não ser no nosso coração, lugar onde todos os nossos entes queridos vão estar sempre vivos, na nossa memória e no nosso "coração".
A todos os que já perderam alguém das mais diferentes formas deixo o conselho:
- Lembrem-se sempre de todos os momentos bons que passaram juntos !
- esqueçam os maus momentos, os periodos de doença ou sofrimento, recordem-se das coisas boas, (dos passeios das gargalhadas, daquilo que tornava essa pessoa diferente e especial para vocês- os momentos bons).
- Chorar faz bem, alivia mas não se pode estar sempre a chorar, (por vezes é necessário arranjar actividades que distraiam a mente e aliviem a dor).
- Não transformem as vossas casas em santuários, nem permitam que os vossos o façam, pois aumenta a vossa dor e não vos permite ultrapassar a perda.
-nos momentos de festa (aniversários, Natal...), quando se lembrarem dessa pessoa não se deixem entristecer pela memória, pois isso afecta toda a família mesmo que vocês não queiram, ou tentem esconder.
beijinho a todos
Minadossentimentos
Este é um blog feito com amor e fala sobre temas da Psicologia
Sexta-feira, 13 de Abril de 2012
Segunda-feira, 13 de Fevereiro de 2012
Dia de São Valentim
Amanhã é dia de São Valentim, dia de celebrar o amor entre duas pessoas, o amor que as une em laços ternos de uma vida de convivência.
O amor é vivido por cada um à sua maneira, as formas de amar são únicas, e caracteristicas de cada um, uns conseguem transpor para o exterior os seus sentimentos e outros têm mais dificuldade em mostrar aquilo que sentem, fazendo-o em pequenos sinais de companheirismo. O importante muitas vezes não é o que se mostra mas o que está lá dentro. O amor é um sentimento e tal como todos os sentimentos não se ve sente-se. Para dar e receber amor é necessário em primeiro lugar gostar de si próprio. A partilha que torna o amor entre duas pessoas tão especial, vem de dentro para fora e não de fora para dentro. Não são precisas grande demonstrações são os pequenos detalhes na partilha que mais importam. Por vezes um pequenos beijo sincero e um abraço sentido são mais importantes do que qualquer prenda que se compre. é importante viver este amor entre as pessoas de forma simples e sincera para que uma relação perdure e para que ambos se sintam felizes.
Feliz dia de São Valentim para todos!
Sexta-feira, 23 de Dezembro de 2011
Natal Solidário
A Parte mais bonita do Natal é a Solidariedade muitos são aqueles que aproveitam esta quadra para apoiar e dar um pouco de si e do seu tempo para ajudar os outros. Este é um gesto muito bonito, que nos faz a todos sentir bem, sentir mais felizes por dentro. Pois ao dar-mos um bocadinho de nós é como se estivessemos também a receber, ao sentir que somos úteis e que o nosso dever foi cumprido, somos mais felizes!
Conheço várias pessoas que iniciaram o seu percurso no voluntariado solidário nesta quadra e que depois pelo bem estar que trouxe às suas vidas continuaram durante todo o ano a ajudar instituições e famílias carenciadas. Espero que este ano muitos abracem também estas causas e se tornem mais solidários.
Bom Natal e um Feliz Ano Novo Para Todos!
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Solidariedade
Quarta-feira, 14 de Dezembro de 2011
Muitos são os que não gostam do Natal
Mais um Natal se aproxima... para alguns um momento de alegria por estar com a familia, para outros um momento de tortura pela falta de dinheiro ou pelos conflitos familiares, para outros um momento de obrigações. Na realidade muitos são aqueles que dizem que não gostam do Natal!
Como psicóloga e como ser humano respeito este sentimento, pois na realidade são tantas as conotações culturais, obrigações morais que são exigidas nesta data, que é bem compreensível para muitos deixarem de gostar desta quadra.
Para todas estas pessoas que se sente sós, que se sentem tristes, que se sentem obrigadas a dar sem ter, que se sentem obrigadas a estar sem querer estar, gostaria de vos dizer com todas as letras "compreendo".
Quarta-feira, 2 de Novembro de 2011
Falsos Psicólogos
Caros amigos, pacientes e leitores
gostaria de vos alertar para o número crescente de falsos psicólogos no nosso país em especial na área clínica.
São Praticantes de terapias sem qualquer cunho científico, não têm formação, são abusadores da necessidade e da submissão dos pacientes aos seus desígnios e não passam recibos
Assim, aconselho avidamente que:
Escrevo hoje sobre este assunto porque me sinto revoltada com um caso que me chegou às mãos que poderia ter sido resolvido à muitos anos com menos custos económicos e emocionais !
gostaria de vos alertar para o número crescente de falsos psicólogos no nosso país em especial na área clínica.
São Praticantes de terapias sem qualquer cunho científico, não têm formação, são abusadores da necessidade e da submissão dos pacientes aos seus desígnios e não passam recibos
Assim, aconselho avidamente que:
- Verifiquem as credenciais do Psicólogo diplomas legais com selo branco da faculdade e assinatura do reitor ou director da instituição.
- No caso da prática clínica se realmente é um psicólogo clínico
- se está inscrito na Ordem dos psicólogos obrigatório.
- Se passa recibos das suas consultas - (sem fazer a conversa "se quer recibo tem de pagar o IVA"- facto para o qual chamo à Atenção pois os psicólogos clínicos estão isentos de IVA (código de actividade Cae 1010) .
- se as terapias que realiza estão acreditadas
Escrevo hoje sobre este assunto porque me sinto revoltada com um caso que me chegou às mãos que poderia ter sido resolvido à muitos anos com menos custos económicos e emocionais !
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proliferação de falsos psicólogos
Quarta-feira, 26 de Outubro de 2011
Bullying - criança de 10 anos comete suicídio
Chocados ficámos mais uma vez com as noticias da morte de um jovem de 10 ano suposta vitima de bullying por parte dos seus colegas. Muitos se perguntam como é que uma criança de apenas 10 anos tem essas ideias de atentar contra a vida. Para responder a esta questão seria necessária uma análise mais profunda da situação de vida desta criança, tanto na escola como em todos os outros contextos em que a criança se movia, de modo a compreender o que a levou a por termo à vida, complementada com uma análise profunda de da sua génese familiar.
Aos país que tanta dificuldade tem em explicar aos seus filhos estas notícias deixo uma mensagem -
Aproveitem estas situações para reforçar os laços com os vossos filhos, digam-lhes e façam-nos sentir que estão ali para os proteger independentemente do que se passe, reforcem a ideia de que por mais grave que lhes pareça uma determinada situação podem sempre contar convosco sem recriminações pois são o seu porto de abrigo seguro.
Observem os vossos filhos, vejam o que sentem, não os obriguem a ter uma força que ainda não têm para enfrentar as situações, quando estão frágeis permitam-lhes chorar e com calma vão percebendo o porque da tristeza dos vossos filhos, avaliem as situações e sempre que necessário vão à escola falem com os professores, com os colegas e se necessário hajam no sentido de protegerem os vossos filhos e de modo a faze-los entender que vocês tão ali atentos para os proteger!!!
Criem movimentos de pais, façam sessões de esclarecimento individualizadas para os pais, professores e para as crianças! Definam estratégias de prevenção, intervenção e protecção.
Não se deixem ficar no deixa andar pois cada vez temos mais situações a acontecer e é necessário agir!!!
Aos país que tanta dificuldade tem em explicar aos seus filhos estas notícias deixo uma mensagem -
Aproveitem estas situações para reforçar os laços com os vossos filhos, digam-lhes e façam-nos sentir que estão ali para os proteger independentemente do que se passe, reforcem a ideia de que por mais grave que lhes pareça uma determinada situação podem sempre contar convosco sem recriminações pois são o seu porto de abrigo seguro.
Observem os vossos filhos, vejam o que sentem, não os obriguem a ter uma força que ainda não têm para enfrentar as situações, quando estão frágeis permitam-lhes chorar e com calma vão percebendo o porque da tristeza dos vossos filhos, avaliem as situações e sempre que necessário vão à escola falem com os professores, com os colegas e se necessário hajam no sentido de protegerem os vossos filhos e de modo a faze-los entender que vocês tão ali atentos para os proteger!!!
Criem movimentos de pais, façam sessões de esclarecimento individualizadas para os pais, professores e para as crianças! Definam estratégias de prevenção, intervenção e protecção.
Não se deixem ficar no deixa andar pois cada vez temos mais situações a acontecer e é necessário agir!!!
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conselho aos pais sobre bullying II
Quarta-feira, 28 de Setembro de 2011
Curso de Geriatria
Aos meus novos alunos de Geriatria deixo-vos as boas vindas no meu Blog e os meus parabéns por frequentarem formação nesta área tão necessária nos nossos dias.
Fico muito contente por ser vossa formadora, pois esta é uma área de que gosto bastante e na qual tenho muito para vos ensinar, pelos meus conhecimentos técnicos e pela minha experiencia profissional.
Bem Hajam e até dia 6 de Outubro na UTL em VRSA.
Saúde Mental do Idoso - Martim Longo
Psicologia da Velhice- Vaqueiros
Estou desejosa de vos conhecer
Psicologia da Velhice- Vaqueiros
Estou desejosa de vos conhecer
Sexta-feira, 23 de Setembro de 2011
Bullying quando vais Parar?
No ano passado assistimos a um jovem "Leandro" atirar-se ao rio "Tua" e morrer vitima de bullying, muito se falou sobre o assunto mas fracas foram as medidas concretas tomadas ... este ano Lady Gaga e outros artistas decidem também tomar medidas após mais uma morte por consequência de bullying nos EUA.
Bullying é um problema grave que deixa marcas nas vitimas ao longo de toda a vida e pode levar à morte!
É importante tomar medidas sérias e concretas tanto ao nível da protecção das vitimas como ao nível da punição dos agressores e seus cúmplices !!!
Hayley Williams também escreveu sobre o assunto: “Tanta tristeza, nas noticías ultimamente. Envio amor, orações e apoio para todos os afectados pelas perdas humanas. #Jamey, #VidasHumanas.Passado algum tempo por meio de um fã, percebeu que já tinha contactado com Jamey, quando este lhe escreveu no twitter.
Jamey disse: “Não consigo parar de chorar, Odeio ser intimidado,preciso de uma resposta tua, és a minha única esperança. :´(( Ao que Hayley respondeu: “Olá Jamey, sinto muito. Queria mandar-te um grande abraço e dizer-te para nunca desistires. Estou do teu lado!”
Na realidade muitos sinais são enviados por estes jovens em especial através da internet. A estes sinais pais e educadores devem estar atentos e devidamente alerta para investigar junto da criança/ jovem, da escola e de todos aqueles que lhe são mais íntimos, de modo a perceber se algo está a acontecer e a tomar medidas sérias de protecção e apoio da vítima. Qualquer dúvida sobre o modo de agir deve ser tirada junto de um especialista nesta área.
Lady GaGa escreveu também: ““Nos últimos dias refleti, chorei e gritei. Tenho tanta raiva dentro de mim. É difícil sentir o amor quando a crueldade tira a vida a alguém. Jamey Rodemeyer, 14 anos, suicidou-se por causa do bullying. O bullying tem de se tornar ilegal. É um crime de ódio. Vou-me reunir com o nosso Presidente [Barack Obama]. Não vou parar de lutar. Isto tem de acabar. A nossa geração tem o poder para acabar com isto”.
O rapaz,Jamey Rodemeyer era vítima de chacota nos corredores da escola por ser bissexual e o bullying passou para as redes sociais, depois de em maio passado ter gravado e divulgado na internet um vídeo onde falava sobre a sua orientação sexual.
Gaga está mesmo empenhada em encontrar-se com Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, para discutir o assunto
Gostaria de ver em Portugal uma atitude como esta e a criação de um movimento mais activo contra o bullying!
Partilhando convosco uma experiencia recente numa escola em que me ofereci para realizar uma acção contra o bullying e a violência escolar, dizia-me o director... " tenho sempre medo dessas acções pois elas incentivam a violência"... achei muito estranha esta atitude… parece que muitas pessoas preferem estar caladas e não falar abertamente sobre os assuntos ... Considero que quanto mais informação melhor, tanto para os alunos, como para os professores, como para os pais... mas enfim são formas de pensar...
Em 2008 realizei uma conferência sobre o tema a entrevista ao observatório do Algarve está publicada neste blog convido-vos a lê-la chama-se:
"Alerta aos pais sobre Bullying e Ciberbullying"
http://minadosentimentos.blogspot.com/2010/02/alerta-aos-pais-bullying-e.html
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Bullying II
Consulta de Psicologia infantil
Na CLínica da Porta Nova temos os melhores serviços em psicologia infantil! Trabalhamos com as crianças de uma forma lúdica, utilizamos as mindtherapy's, fazemos avaliação psicológica, relatórios para a escola, etc..., acreditamos no sucesso da criança e no envolvimento de todos para as suas melhoras. Procure sempre profissionais acreditados, capazes de ajudar a criança nas suas dificuldades e nos seus momentos de crise! A fase da infância e adolescência são muito importantes para o futuro da criança como adulto, nesta fase muito se pode fazer, muito se pode ajudar... não deixe passar tempo, consulte um profissionalPor: Clínica Porta Nova Tavira
Quinta-feira, 2 de Dezembro de 2010
Reflexão sobre educação infantil
As crianças aprendem por imitação de modelos
talves seja importante verificar o tipo de modelos que actualmente passamos ás crianças... muitas são criadas pela televisão e pelo computador e pelos jogos, sem qualquer cuidado, com o que fazem ou vêm- o que importa é não chatear. .. porque os pais não têm tempo para cuidar delas ...
As crianças não precisam de muito tempo precisam e tempo de qualidade ...

(o tempo que muitos pais passam agarrados ao telefone e computador, com coisas banais, poderia ser aproveitado para dar um bocadinho de atenção aos filhos- "muitas vezes quando pergunto, em consulta, porque é que não brincam com os filhos" - dizem ..."eu não tenho tempo para nada" ...mas depois no meio da conversa pergunto ... "tem facebook" ... ou msn " respondem quase sempre que sim, pergunto para respoderem para si mesmos se perdem muito tempo com o computador, a resposta vem normalmente de forma não verbal... (por vezes com um pequeno sorriso ao cantinho da boca). Aconselho sempre que aproveitem uma parte desse tempo para estar com a criança e porque não brincar com ela na quinta, ou noutros jogos ouvirem musica, contar-lhe uma história ou simplesmente conversar sobre o seu dia-a-dia, é sempre positivo para a criança, no final do dia refletir sobre a forma como correu o seu dia, até mesmo para os pais é importante esta reflexão).
Outra situação para a qual gostaria de alertar é para o facto de
Muitos pais no horário das refeições não comem com a criança, eles preferem dar o tabuleiro à criança e ela come frente à televisão para não chatear. Apesar da criança achar mais giro ver os "bonecos" do que estar com os pais, este é um momento de familia, dos poucos em que por vezes estão todos juntos, deve ser um momento de partilha, previligiado para a união da familia, o dialogo e a passagem de valores e ao mesmo tempo uma regra que é passada a criança .
Uma criança sem regras sente-se desprotegida
Muitas são as reflexões que devemos fazer acerca da educação infantil no séc XXI, bem como acerca da nossa influência como educadores, por hoje vou ficar por aqui mas prometo continuar esta reflexão, quando tiver mais tempo!
beijo para os leitores
By: Psicóloga Ana Filipa Silva
talves seja importante verificar o tipo de modelos que actualmente passamos ás crianças... muitas são criadas pela televisão e pelo computador e pelos jogos, sem qualquer cuidado, com o que fazem ou vêm- o que importa é não chatear. .. porque os pais não têm tempo para cuidar delas ...
As crianças não precisam de muito tempo precisam e tempo de qualidade ...

(o tempo que muitos pais passam agarrados ao telefone e computador, com coisas banais, poderia ser aproveitado para dar um bocadinho de atenção aos filhos- "muitas vezes quando pergunto, em consulta, porque é que não brincam com os filhos" - dizem ..."eu não tenho tempo para nada" ...mas depois no meio da conversa pergunto ... "tem facebook" ... ou msn " respondem quase sempre que sim, pergunto para respoderem para si mesmos se perdem muito tempo com o computador, a resposta vem normalmente de forma não verbal... (por vezes com um pequeno sorriso ao cantinho da boca). Aconselho sempre que aproveitem uma parte desse tempo para estar com a criança e porque não brincar com ela na quinta, ou noutros jogos ouvirem musica, contar-lhe uma história ou simplesmente conversar sobre o seu dia-a-dia, é sempre positivo para a criança, no final do dia refletir sobre a forma como correu o seu dia, até mesmo para os pais é importante esta reflexão).
Outra situação para a qual gostaria de alertar é para o facto de
Muitos pais no horário das refeições não comem com a criança, eles preferem dar o tabuleiro à criança e ela come frente à televisão para não chatear. Apesar da criança achar mais giro ver os "bonecos" do que estar com os pais, este é um momento de familia, dos poucos em que por vezes estão todos juntos, deve ser um momento de partilha, previligiado para a união da familia, o dialogo e a passagem de valores e ao mesmo tempo uma regra que é passada a criança .
Uma criança sem regras sente-se desprotegida
Muitas são as reflexões que devemos fazer acerca da educação infantil no séc XXI, bem como acerca da nossa influência como educadores, por hoje vou ficar por aqui mas prometo continuar esta reflexão, quando tiver mais tempo!
beijo para os leitores
By: Psicóloga Ana Filipa Silva
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as crianças aprendem por imitação de modelos
Saúde- Campanha da depressão em Mértola 2010/2011

Na sequência do trabalho que realizei em 2008 vem aí uma nova campanha promovida pela CM Mértola, a qual com muito prazer e orgulho pelo convite aceitei participar.
Saúde - "Carrinha da depressão" em Mértola - RTP Noticias, Vídeo
A depressão não tem idade
Não escolhe sexo
Nem raça, não escolhe classe económica, nem país nem zona demográfica, a depressão enfraquece entristece, isola, envelhece, não se deixe levar procure ajuda
A depressão tem cura !
Quinta-feira, 25 de Novembro de 2010
Depressão contada ás crianças mais pequeninas
Quando era pequena a minha mãe, contava-me muitas histórias para dormir, uma delas era aquela que até hoje me lembro... a de um menino que tinha um cão chamado farrusco em que ambos se deleitavam no meio de grandes aventuras pelo campo... certo dia no meio de uma das suas aventuras encontraram um vaquinha (que já não me lembro o nome) ... que não queria comer, apesar de haver bastante comida no prado... a vaquinha, estava mt triste porque o prado já não estava verdejante como antes, pois tinha chegado o Outono... assim a vaquinha levada na sua tristeza não comia nada, só queria dormir o dia todo ... o menino e o seu cão decidiram que tinham de ajudar aquela vaquinha quase a desfalecer de tristeza... então depois de muito pensar tiveram uma ideia por-lhe uns óculos ... uns óculos especiais para que visse o mundo mais bonito... deitaram mãos a obra e pintaram na base dos óculos um lindo prado verdejante, a vaquinha ao ver-se tão bonita e com um prado tão verdejante ficou tão feliz que voltou a comer...
Na realidade tal como a vaquinha via a vida cinzenta também nós por vezes vemos o mundo à nossa volta muito cinzento sem solução mas com um bocadinho de ajuda, compreensão e de esperança tudo pode mudar à nossa volta
by: Ana Filipa Silva
Na realidade tal como a vaquinha via a vida cinzenta também nós por vezes vemos o mundo à nossa volta muito cinzento sem solução mas com um bocadinho de ajuda, compreensão e de esperança tudo pode mudar à nossa volta
by: Ana Filipa Silva
Sexta-feira, 22 de Outubro de 2010
Porque procurar um psicólogo?

No outro dia alguém me perguntava porque procurar um psicólogo?
Compreendi a pergunta em especial porque a pessoa em questão referia-se ao psicólogo como alguém que não dá medicamentos apenas conversa.... na realidade
a resposta a esta pergunta é simples, por vezes, lidamos melhor com uma situação dificil se temos alguém ao nosso lado, com as ferramentas certas para nos ajudar a encontrar o caminho e o equilibrio de que necessitamos - Tudo se torna mais fácil quando temos apoio de um profissional.
O psicólogo clinico é um profissional preparado para compreender, lidar e apoiar em situações difíceis (como eu custumo dizer -" o bom psicólogo tem os ouvidos perfeitamente treinados para ouvir ...e dispõe das ferramentas certas para ajudar a ultrapassar as situações dificeis... para resolver a situação no seu interior, compreender a situação, as causas, o motivos que levam o chegar aquele ponto, os meios e os veicúlos necessários implementar a mudança e restabelecer o equilibrio.
É no entanto de salientar, que, por vezes os medicamentos também são necessárias - quando existem causas físicas associadas, mas em outras ocasiões apenas o tratamento psicológico é suficiente, cada situação deve ser avaliada individualmente.
Na realidade os medicamentos por si só não resolvem o cerne das questões que levam ás patologias, sendo necessário apoio psicológico e psicoterapêutico (como por exemplo no caso da depressão, em é necessário um pouco mais de ajuda psicológica para se encontrarem as causas e os veiculos necessários para a mudança interna do paciente) de modo a obter uma recuperação mais rápida e duradoura.
Recordo-me sempre de uma paciente que toda a vida havia sido medicada, para a ansiedade para a depressão para dormir etc... no seu dia-a-dia não passava sem os farmacos estava de tal modo dependente que já nem conseguia tomar uma decisão por mais simples que fosse... aos poucos e em parceria com o seu psiquiatra iniciamos uma psicoterapia que foi evoluindo e promovendo mudança, esta melhoria levou ao desmame da medicação, e a uma vida nova que a paciente achava que nunca mais seria possível. Quando chegamos ao fim da terapia a paciente perguntava-se porque não havia feito isto mais cedo "tudo teria sido tão mais fácil."
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procurar um psicologo
Terça-feira, 22 de Junho de 2010
Segunda-feira, 12 de Abril de 2010
Algumas Chaves de ouro para a educação infantil
Educar é dificil mas existem algumas chaves para o sucesso

- As crianças não precisam de muito tempo precisam de tempo de qualidade. Tempo para perceber que os pais a amam, entendem, compreendem e estão ali para ela.
- As crianças precisam de regram firmes dadas com amor, uma criança sem regras é uma criança insegura.
- As crianças precisam de conversar sobre o seu dia-a-dia aprender a reflectir.
- As crianças precisam de modelos de identificação positiva
- As crianças precisam de ser poupadas de conversas e discussões que não são saudáveis nem proprias para a sua idade
- as crianças não precisam de ter tudo, precisam de aprender a conseguir alcançar objectivos
- As crianças necessitam ter o seu proprio espaço
estas são algumas das muitas chaves de ouro para a educação infantil
By: Ana Filipa Silva
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Chaves de Ouro para a Educação Infantil
Quinta-feira, 11 de Março de 2010
VIOLÊNCIA INFANTIL EM PORTUGAL- REFLEXÃO I

Cada vez mais casos de violência infantil surgem em Portugal e é como se ninguem visse ou tivesse culpa... como pais e educadores temos a responsabilidade de educar e proteger os nossos filhos, temos o dever de os educar nos seus direitos e deveres na sociedade.
Servir-lhes de porto de abrigo nas suas dificuldades e de seus protectores nos momentos dificeis da vida.
A escola, palco de muitas situações de bulling tem o dever de complementar o processo educativo, promover a segurança e o bem estar das crianças e o seu crescimento saúdavel,corrigindo os comportamentos desadequados.
A escola, palco de muitas situações de bulling tem o dever de complementar o processo educativo, promover a segurança e o bem estar das crianças e o seu crescimento saúdavel,corrigindo os comportamentos desadequados.
Não podemos aceitar maus tratos no espaço escolar, sendo a escola obrigatória e tendo a mesma tamanha responsabilidade na educação e bem estar das crianças, à que tomar medidas sérias que protejam as nossas crianças e todos os intervenientes no processo educativo - Ignorar não é de todo a melhor solução!
Se consideram que o problema são a falta de medidas punitivas eficazes então promovam o debate e das suas conclusões estableçam um novo quadro de medidas
Se consideram que o problema é a formação então promovam acções com todos os intervenientes do processo educativo.
Se consideram que o problema é a ausência ou falha de valores morais então criem programas e medidas sociais que os promovam desde a tenra idade, no sentido de criar uma sociedade mais justa.
Se consideram que o problema é a formação então promovam acções com todos os intervenientes do processo educativo.
Se consideram que o problema é a ausência ou falha de valores morais então criem programas e medidas sociais que os promovam desde a tenra idade, no sentido de criar uma sociedade mais justa.
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Terça-feira, 9 de Fevereiro de 2010
Alerta aos pais bullying e ciberbullying

O bullying é uma forma de violência já identificada e associada à violência escolar, que toma agora novos contornos ao manifestar-se através das novas tecnologias. O fenómeno está a crescer e é necessário ficar alerta.
O bullying são actos premeditados e repetidos de violência, praticados normalmente entre pares.
Este tipo de atitudes acontecem frequentemente nas escolas mas, na maior parte das vezes, são ignoradas e admitidas como normais.
Com a implementação das novas tecnologias, este fenómeno descobriu uma nova faceta: o cyberbullying, um tipo de violência “sem rosto”, como classifica a psicóloga clínica Ana Filipa Silva, durante uma palestra sobre o tema, em Tavira.
Ana Filipa Silva explica ao Observatório do Algarve que a violência com recurso às novas tecnologias, principalmente a Internet, está a crescer e pode afectar significativamente a vida das pessoas, principalmente jovens e adolescentes que, em alguns casos, se refugiam no mundo virtual para combater a solidão da vida real.
O facto de o acto de violência, que pode ser praticado através de deturpação de imagens, vídeos, sons, etc., ser visto por milhares de pessoas em todo o mundo e de não ser possível, na maioria das vezes, identificar o agressor “tem uma gravidade enorme”.
O papel dos pais é fundamental
“Os pais têm um papel extremamente importante em termos de medidas preventivas. Essencialmente, não podem desresponsabilizar-se do seu papel enquanto pais”, defende a psicóloga que aconselha a um acompanhamento atento por parte dos progenitores/educadores no que respeita aos amigos virtuais e reais, actividades e preocupações dos filhos.
“Muitas vezes o que acontece é que a criança acaba por se sentir demasiado só e vai encontrar os tais ‘amigos’ na Internet, que vão ganhando a sua confiança e, de alguma maneira, vão utilizar essa confiança para mais tarde intimidar, para violar, para uma série de outras situações”, alerta.
Medo de denunciar e um passo em frente para o suicídio
O medo de denunciar o agressor é o mais comum, ou por recear represálias por parte da família ou por acreditar que o agressor também vai fazer mal aos entes queridos. A vítima opta, na maioria das vezes por sofrer em silêncio.
O agudizar da violência tem as suas consequências: mau estar físico, mau estar psicológico e uma série de outros problemas associados.
No limite este tipo de situações pode levar ao suicídio. Segundo Ana Filipa Silva “segundo estudos, considera-se que 30 por cento dos suicídios cometidos por jovens, têm a ver com fenómenos de violência escolar.
Reconhecer uma vítima de bullying
Existem sinais de alerta que podem ajudar a identificar quando uma criança ou adolescente está a ser vítima de violência, todavia “é importante não generalizar”, sublinha Daniela Machado, psicóloga clínica.
A criança mostrar-se assustada em ir ou regressar da escola, não ter vontade de ir para a escola, começar a apresentar um fraco rendimento escolar, isolar-se, gaguejar, surgir regularmente com livros e roupas destruídas, deixar de comer, chorar com facilidade, mostrar angustia, tornar-se agressiva, o dinheiro/ economias “desaparecerem” e ter medo de contar o que se está a passar são alguns dos sinais a ter em conta.
Fenómeno é transversal
Qualquer um pode ser vítima de bullying. A faixa etária, o grau de ensino e o estrato social não são factores determinantes: há vítimas e agressores de todos os géneros e feitios.
Segundo Ana Filipa Silva e Daniela Machado os agressores, por norma, são crianças que não recebem muita atenção por parte dos pais e, muitas vezes, são eles próprios vítimas de agressão.
Quanto às vítimas, há uma tendência para encarar o fenómeno como uma coisa normal existindo casos em que “os pais culpabilizam o agressor, mas também pode haver pais que culpabilizam o próprio filho”, explica Daniela.
Estas psicólogas defendem um acompanhamento firme por parte dos pais em relação aos filhos, sem nunca descurarem as questões de afecto. É importante que conheçam os próprios filhos e que façam parte da vida deles. No que respeita aos adolescentes, há que fomentar o diálogo para compreendê-los.
“Regras firmes, amor de qualidade”, concluem as psicólogas como a formula para um crescimento saudável sem vítimas e agressores.
As psicólogas falaram com o Observatório do Algarve à margem da acção de sensibilização sobre bullying – “Violência e agressividade em contexto escolar”, no espaço Crescendum, em Tavira.
by:Inês Correia
publicado Fonte: Observatório do Algarve 20-04-2008
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Quarta-feira, 13 de Janeiro de 2010
Ter 2 mães ou 2 pais - prespectiva sobre a homoparentalidade

A adopção de crianças por parte casais homossexuais é mais um dos tabus da sociedade portuguesa.
Na realidade parece que alguns portugueses apesar da homossexualidade já à muito não ser considerada nem doença, nem preversão, preferem que as crianças sem familia ou com familias rejeitantes, vivam em instituições, nas quais por vezes só podem permanecer pouco tempo e onde ao chegarem aos 18 anos ficam completamente desamparadas, sem familia e sem apoio.
Eu pergunto será isto preferivel?
Ou será melhor proporcionar as crianças a possibilidade de terem uma familia que os ame e os proteja ao longo da vida, que lhe forneça as bases da socialização, assegurando o interesse superior da criança.
Na realidade diária de uma instituição, a criança passa por vezes por muita tristeza e sentimentos de falta de pertença e de rejeição interna, crescendo por vezes com a ideia de que ninguém a quer que é diferente sendo a sua auto-estima e o seu auto-conceito bastante frageis para a sua sobrevivencia. estas crianças passam os dias a fantasiar que vão para casa de um dos tecnicos ou cuidadores... chegando a criar verdadeiras fantasias que sustentam o seu dia-a-dia criando um falso-self para se protegerem.
Na realidade apesar das pessoas que trabalham nestas instituições colocarem muito boa vontade e muito amor no que fazem quando chega ao final do dia vão para as suas casas e vem outra equipa, acabando os vinculos por ser volateis como alcool ao vento.
Em Portugal existem já estudos cientificos que compararam as competências parentais de pais homossexuais e pais heterossexuais. Destes estudos publicados destaco o realizado pela colega Vanessa Ramalho da Univ de Coimbra, que concluiu nos seus estudos que "as crianças podem ter vantagens em ser criadas por dois pais ou duas mães. Problemas estão na forma como a sociedade estigmatiza estas famílias.
Os homossexuais, em geral, não são "neuróticos e ansiosos". Pelo contrário, são "afectuosos, tranquilos, confiantes e firmes nas decisões", características que fazem deles melhores pais do que muitos heterossexuais, mais "neuróticos, ansiosos e inseguros". Conclusão que desfaz estereótipos como o de que uma criança criada por homossexuais tem maiores probabilidades de ser gay ou lésbica. especialmente porque a criança ao longo do seu desenvolvimento vai tendo vários contactos com heterossexuais (maioria), não podendo por isso a sua identidade alterada.
Na realidade para alguns parece ser o medo do desconhecido, ideais de bons custumes que não respeitam a liberdade e a diferença, as fantasias sobre a relação homossexual, a curiosidade, e algum egoismo que estão na base da rejeição destes tipo de adopção.
Jorge Gato outro investigador que publicou a primeira tese de doutoramento em Portugal em 2006, referiu que os estudos existentes foram, sobretudo, realizados nos Estados Unidos demonstram que não há diferenças entre as competências parentais de pais homossexuais e heterossexuais.
"Também não existem diferenças entre as crianças criadas em famílias homoparentais e as que são criadas em outro tipo de famílias", disse o investigador.
sendo que o maior medo destas familias "Onde existe a homoparentalidade não é o acto de se assumirem como tal, mas o receio de que as crianças possam vir a ser descriminadas pela sociedade", finalizou Jorge Gato.
Já recentemente o Colégio Oficial de Psicólogos de Madri "aprovou a declaração que destaca que não existem objeções ou impedimentos do tipo psicológico em relação à homoparentalidade. Segundo o Colégio de Psicólogos de Madrid, "até o momento não existem provas científicas que demostrem que crianças criadas por casais homoparentais tenham um desenvolvimento psicológico pior do que aquelas que crescem no seio de um casal heteroparental". "Esta declaração coincide com a realizada por associações americanas de Pediatria e Psiquiatria"
Na realidade parece que alguns portugueses apesar da homossexualidade já à muito não ser considerada nem doença, nem preversão, preferem que as crianças sem familia ou com familias rejeitantes, vivam em instituições, nas quais por vezes só podem permanecer pouco tempo e onde ao chegarem aos 18 anos ficam completamente desamparadas, sem familia e sem apoio.
Eu pergunto será isto preferivel?
Ou será melhor proporcionar as crianças a possibilidade de terem uma familia que os ame e os proteja ao longo da vida, que lhe forneça as bases da socialização, assegurando o interesse superior da criança.
Na realidade diária de uma instituição, a criança passa por vezes por muita tristeza e sentimentos de falta de pertença e de rejeição interna, crescendo por vezes com a ideia de que ninguém a quer que é diferente sendo a sua auto-estima e o seu auto-conceito bastante frageis para a sua sobrevivencia. estas crianças passam os dias a fantasiar que vão para casa de um dos tecnicos ou cuidadores... chegando a criar verdadeiras fantasias que sustentam o seu dia-a-dia criando um falso-self para se protegerem.
Na realidade apesar das pessoas que trabalham nestas instituições colocarem muito boa vontade e muito amor no que fazem quando chega ao final do dia vão para as suas casas e vem outra equipa, acabando os vinculos por ser volateis como alcool ao vento.
Em Portugal existem já estudos cientificos que compararam as competências parentais de pais homossexuais e pais heterossexuais. Destes estudos publicados destaco o realizado pela colega Vanessa Ramalho da Univ de Coimbra, que concluiu nos seus estudos que "as crianças podem ter vantagens em ser criadas por dois pais ou duas mães. Problemas estão na forma como a sociedade estigmatiza estas famílias.
Os homossexuais, em geral, não são "neuróticos e ansiosos". Pelo contrário, são "afectuosos, tranquilos, confiantes e firmes nas decisões", características que fazem deles melhores pais do que muitos heterossexuais, mais "neuróticos, ansiosos e inseguros". Conclusão que desfaz estereótipos como o de que uma criança criada por homossexuais tem maiores probabilidades de ser gay ou lésbica. especialmente porque a criança ao longo do seu desenvolvimento vai tendo vários contactos com heterossexuais (maioria), não podendo por isso a sua identidade alterada.
Na realidade para alguns parece ser o medo do desconhecido, ideais de bons custumes que não respeitam a liberdade e a diferença, as fantasias sobre a relação homossexual, a curiosidade, e algum egoismo que estão na base da rejeição destes tipo de adopção.
Jorge Gato outro investigador que publicou a primeira tese de doutoramento em Portugal em 2006, referiu que os estudos existentes foram, sobretudo, realizados nos Estados Unidos demonstram que não há diferenças entre as competências parentais de pais homossexuais e heterossexuais.
"Também não existem diferenças entre as crianças criadas em famílias homoparentais e as que são criadas em outro tipo de famílias", disse o investigador.
sendo que o maior medo destas familias "Onde existe a homoparentalidade não é o acto de se assumirem como tal, mas o receio de que as crianças possam vir a ser descriminadas pela sociedade", finalizou Jorge Gato.
Já recentemente o Colégio Oficial de Psicólogos de Madri "aprovou a declaração que destaca que não existem objeções ou impedimentos do tipo psicológico em relação à homoparentalidade. Segundo o Colégio de Psicólogos de Madrid, "até o momento não existem provas científicas que demostrem que crianças criadas por casais homoparentais tenham um desenvolvimento psicológico pior do que aquelas que crescem no seio de um casal heteroparental". "Esta declaração coincide com a realizada por associações americanas de Pediatria e Psiquiatria"
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adopção por pais homossexuais
Terça-feira, 12 de Janeiro de 2010
casamento Gay
O respeito pela orientação sexual das minorias e a diminuição da discriminação de uma minoria tradicionalmente perseguida e humilhada é um salto civilizacional que honra Portugal
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menos um passo na discriminação de minorias
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